a new beginning~! ヾ(•ω•`)o

     Sou péssima com primeiras postagens — é tipo um dom!🤣  então acho que para iniciar esse novo blog, vou dar uma breve introdução ao motivo d'eu ter decidido fazer este blog e o que talvez será postado por aqui

     Para começo de conversa: eu já tive vários outros blogs antes deste aqui. Gosto do mundo da blogosfera desde meados de 2013. Com isso já tive várias experiencias diferentes neste mundinho das interwebs, só que recentemente, meu último blog não estava me agradando.

Ah, mas por quê não? R: Simples, eu estava tentando encaixar minha escrita, minhas ideias, minhas postagens e meu blog no geral no estilo/forma como eu via a galera blogando. Isso foi horrível para a Amilla que queria se expressar livremente da sua forma, já que tudo parecia muito engessado, tudo parecia filtrado para a vida parecer perfeita e meu propósito com o blog era ser apenas eu mesma... Só que acabou me atrapalhando e eu desanimei total com o blog. Inclusive, tentei teimar e fazer novas postagens lá recentemente, contudo, senti que não rolava mais... Com isso cheguei a conclusão que talvez mudar de blog — para um que desde o começo fosse limitado a interação entre eu e quem lê  pudesse me ajudar a reencontrar minha escrita, meu prazer de blogar e a me reinventar de uma forma que me fizesse sentir confortável novamente.

    Dito tudo isso, este blog será voltado para expressar quem eu sou realmente, para coisas que gosto, opiniões que quero por para fora, coisas que quero deixar registradas e afins... Quero ter liberdade de ser eu mesma e não ficar me forçando a copiar o filtro falso 'insta-gramado' que vejo as pessoas exibirem nos dias de hoje. Além disso, essa filtragem toda das pessoas me fazem sentir que falta um pouco mais de autenticidade nas coisas que as pessoas fazem/postam nos dias atuais. O que me faz me questionar por qual motivo as pessoas sentem tanta necessidade de fazer coisas para serem vistas pelos outros, validadas pelos outros e não pelo puro prazer de fazer aquilo? 

    Sabe, eu já estive no lado de lá sendo a pessoa que queria validação, que queria atenção, mas graças a várias experiencias — não tão boas assim  que tive nos últimos anos me fizeram repensar em como eu levava as coisas na minha vida. Ainda estou aprendendo a não tentar me validar tanto pelo o que acham de mim ou não. Ainda estou buscando minha própria voz e quem eu realmente sou. Mas o pouco de terapia que tive ano passado me ajudou um pouco a repensar sobre isso.

    Ao encher este primeiro post com todo esse blá blá blá aleatório, só quero dizer que acredito que as pessoas tem de deixar de fazer as coisas por pura validação e carência e começar a buscar outras formas de validação interna. Se escrevo estas palavras, é por sentir que as redes sociais adoeceram não só a minha mente, como a de todos nós! Nem tudo precisa ser visto por todos que lhe conhecem, sabe? Algumas coisas são boas no seu intimo ou então em um local onde nem todo mundo precisa saber quem você realmente é. Por isso que decidi entrar novamente no mundo do blogspot de forma "anônima" e tentar expressar coisas em um local onde me sinto segura e que eu tenha total liberdade para ser quem sou e dizer o quê eu quiser. 

    Por fim, este local se trata de um safe-place apenas para a minha pessoa. Se as pessoas lerem algo que não gostar aqui, se sentirem que estão incomodadas com quem eu sou ou expresso ser, basta nunca acessar meu blog. Sem falar que dando um limite de apenas ler o que eu estou postando, boto limite em como podem interagir comigo, e é isso!

⁺‧₊˚ ཐི ♡ ཋྀ ˚₊‧⁺

    Se  alguém estiver lendo isso, seja quem você for, eu espero que se cure daquilo tudo que não consegue compartilhar com os outros, e que você encontre a sua verdade neste mundo.

xoxo, Amilla 

Mini-resenha: Black Mirror

    Depois de muito tempo postergando a ideia de assistir Black Mirror, alguns finais de semana atrás eu finalmente o fiz! E preciso dizer que tenho umas ressalvas sobre a série, algumas boas, outras nem tanto... 
   Admito que só fiquei curiosa sobre a série — de verdade — há alguns dias, quando percebi muita gente comparando a realidade em que vivemos com episódios da série. Antes disso, admito que nunca tive uma curiosidade tão profunda assim, e acho que está tudo nos conformes. Eu sinto que a série só não tinha uma premissa muito atrativa (?) para o meu gosto.


Black Mirror | Trailer 

   Assisti desde a primeira temporada até a última — Atualmente, sétima temporada, não sei se a Netflix tem planos em lançar mais temporadas — tudo em questão de uma semana e alguns dias, engoli praticamente a série. Mas, acho válido deixar explícito aqui que não foi por achar ela boa, mas sim, por não encontrar outra coisa que eu pudesse assistir enquanto fazia minhas coisas do dia a dia.

   Não sou uma pessoa de ter problemas com cenas agressivas e muito sexo em séries, jogos, etc. — Já fui essa pessoa, na verdade, mas por questões de trauma. Só que nessa série em específico, eu achei tudo muito exagerado, digo, não em questão de choque, mas sim de quantidade. Até porque, quando eu resolvi assistir a Black Mirror eu já estava ciente de que tudo retratado era sempre na intenção de chocar o telespectador.

   Eu diria que gostei da série, mas não a amei. Tiveram episódios que achei muito bons, como 'Be Right Back', 'Nosedive', 'Playtest', 'San Junipero', 'Arkangel', 'Striking Vipers', 'Hotel Reverie' e 'Eulogy'. De resto, acho tudo muito esquecível, tanto que, se me questionarem sobre os outros episódios, eu mal me lembro do que aconteceu.

   Acho que, de longe, meu episódio favorito é Hotel Reverie! Inclusive, ele, San Junipero e Striking Vipers conseguiram alugar um espacinho no meu cérebro por dias! Sempre que achava que não, eu estava pensando nesses episódios em específico, já que de alguma forma eles conseguiram ser os mais marcantes para mim.

   Para concluir: Não tenho muito o que dizer da série, como todos os episódios são muito diferentes uns dos outros e quase nenhum tem ligação entre si — porque alguns têm, inclusive o USS Callister tem duas partes! — acabou que nem tem como eu resumir exatamente sobre o que se trata, o que aborda e etc. O que eu, Amilla, senti assistindo é que a maioria dos episódios — nem todos — é uma espécie de critica social a alguma coisa que passamos no dia a dia, e nisso eu admito que a série conseguiu fazer eu ficar curiosa. Tanto que em todo episódio que passava, eu ficava analisando para tentar entender qual seria a crítica ali — e na maior parte das vezes, eu entendia, pelo menos, na minha interpretação pessoal.

⁺‧₊˚ ཐི ♡ ཋྀ ˚₊‧⁺

   Sei que o post de hoje foi mega simples, mas eu queria deixar registrado aqui que acabei assistindo essa série, então achei viável fazer um mini-post, mesmo que sendo 'bem raso'. kkk 

Mini-resenha: 북극성(Tempest)

  A resenha de hoje vai ser um tanto quanto curtinha, pois, só queria comentar sobre um dorama que vi recentemente — que me ajudou a superar a minha ressaca de doramas —. O nome dele como vocês podem ver no título é Tempest e admito que quando comecei a assisti-lo não estava esperando muito. Inicialmente só estava navegando no aplicativo da Disney+ em minha TV, procurando algo diferente para assistir, já que eu tinha dado uma enjoada de tanto assistir Castle — atualmente estou dando uma respirada dos episódios de Castle, pois, fiquei dois meses inteiros assistindo apenas isso. Eu senti que deveria procurar algo novo por hora — e também por estar tendo o começo de uma crise de ansiedade no dia, então resolvi que assistir algo talvez pudesse vir a me ajudar distraindo minha cabeça e realmente ajudou. rs
  Admito ter sido uma surpresa e tanto quando percebi que em um único dia — madrugada para ser honesta — eu engoli quatro episódios de uma vez só! Fazia muito tempo desde que eu não achasse um dorama que me prendesse tanto, e olha, achei que não encontraria um que conseguiria fazer isso de novo tão cedo, ainda bem que eu estava redondamente errada.

Sobre o Dorama

  Se você gosta de intriga familiar, investigação, romance e muita ação, prometo que esse dorama vai ser com toda certeza um bom chute de algo curto e interessante para você assistir. Acho que é valido ressaltar que o romance não é o foco central do dorama, porém, irá ter dois ou três episódios que senti que focou mais nessa parte do que no resto da trama.
 
Atenção: Esse post contém spoilers da obra, caso você não tenha assistido ainda e deseja assisti sem spoilers, recomendo que não leia minha resenha. Thanks!
  Nessa história iremos acompanhar a destemida e fria Munju, que acabara de perder seu marido e candidato à presidência Junik, e Paik Sanho que é um assassino de aluguel Norte Coreano, cujo foi contratado para matar a moça. Tempest roda em volta de uma trama bem confusa eu diria, onde Munju inicialmente descobre que seu marido foi assassinado por suspeita de ser um espião de outro país. Ao buscar justiça sobre a morte de seu marido, Munju acaba por descobrir que seu marido trocava cartas com Anderson Miller, um Americano-coreano que trabalha para o governo dos EUA e que nas tais cartas acaba comenta com Junik sobre um possível ataque à Coreia do Norte, o que poderia ocasionar uma guerra e até mesmo morte de vários sul-coreanos. Nisso ela resolve tentar falar com a presidente, mas a maldita senhora simplesmente diz a moça que não se metesse nisso. Munju percebe que a presidente, na verdade, não iria parar a guerra e resolve se candidatar à presidência para tentar impedir, ela mesma, que a guerra aconteça e é aí que a bagunça do dorama acontece — como se até aqui tudo que falei já não fosse um pouco confuso o suficiente.
  Assistir esse dorama foi uma montanha-russa de emoções. Sem falar que em alguns momentos eu me sentia exatamente igual aquele gif da Nazaré Tedesco fazendo mil contas, tudo isso pra tentar entender o quê estava acontecendo. *suspiro* Mas a história é tão interessante/intrigante e sempre acontece tanta coisa, tanto plot twist, etc. Que você nem percebe o tempo passando. Digo isso, pois assisti quatro episódios em um dia e o restante em outro, basicamente engoli o dorama sem nem ver! Tenho só elogios, sério!
  Tempest entrou para minha listinha pessoal de doramas favoritinhos, que com toda certeza, ainda re-assistirei quando estiver no tédio, pois, mesmo já sabendo o final, acredito que na próxima vez que eu assisti-lo ainda terá coisas, sinais, que deixei passar que acredito que só dará para pescar numa segunda vez. Definitivamente um: recomendo que assista!

Idas ao Shopping e coisinhas fofas

    Tanto o mês passado quanto esse mês, eu e meu marido — que começarei a chamá-lo por um apelido escolhido deliberadamente por ele, que seria no caso Senhor Porsche — tivemos algumas poucas idas ao shopping, algumas vezes apenas para dar uma 'respirada de novos ares', outras para comemorarmos nossos meses de casamento ou sem motivos mesmo. Nesse meio tempo fotografei várias coisas legais para postar aqui, mas, acabou que eu não sabia como exatamente encaixar essas coisas em um post. Então mostrarei só algumas coisinhas por hora e irei tentar comentar algo sobre, e mais para frente se me sentir confortável, faço o uso das restantes em outros posts. 
    Obs: Ficarei devendo — apenas dessa vez — a explicação do apelido dado ao meu marido, prometo trazer o desenrolar do motivo da escolha dele no próximo post, já que ele será outro contando mais algumas coisinhas que vem ocorrendo esses dias, como um novo hiperfoco que me surgiu recentemente.

STITCHS!
    Preciso comentar algo sobre essa imagem?! Simplesmente AMO o Stitch, desde criancinha e ao ver tantos e de tantos modelos um ao lado do outro surtei e pensei 'preciso de uma foto deles'. A parte mais fofa é que o primeiro eu apelidei de かわいい スティッチ (Kawaii Stitch), pois, se assemelha muito ao o quê imagino que ele seria se a Disney fosse japonesa e ele um personagem de anime. Na segunda imagem simplesmente derreti de fofura ao ver que ele estava fantasiado de Sullivan, personagem, inclusive, de uma das melhores animações da Disney e também da animação favorita do Senhor Porsche. Surtei e admito que se eu tivesse dinheiro, teria levado um de cada um para casa, sendo a fã de Stitch mais feliz do mundo. — vou abrir uma vakinha para doarem um dindin para minha criança interior comprar eles. 😂

Herbies e Garfield
    Ainda na mesma loja, há poucos metros de onde eu vi os Stitchs, avistei vários fusquinhas pintados de um personagem que marcou muito a infância do meu irmão e consequentemente, a minha também! O Herbie, outro brinquedinho que juro que se tivesse um tostão no bolso, teria comprado dois. Um para mim e outro para meu irmão. Acho que teria saído daquela loja R$ 300 mais pobre se tivesse o dinheiro em mãos, não saberia resistir aos Stitchs e Herbies.
    O mini Garfield foi o brinde de uma máquina bem peculiar que vimos enquanto andávamos pelo shopping, era uma daquelas máquinas de Gacha, você poderia conseguir a chave para pegar um notebook, Play5, Nintendo Switch entre outros itens mais caros ou ia acabar ganhando um chaveirinho fofo. No caso, na minha vez tirei um mini Garfield, bem fofo inclusive, que está guardadinho em cima da minha estante, junto dos meus outros bonequinhos. 

Fnaf e uma jantinha muito gostosa


Clique na foto para vê-la maior.
    Juro que em alguns momentos eu ainda repenso minha idade, já que toda vez que vou ao mercado, shopping ou qualquer outro lugar e dou de cara com a latinha do Fredoncio, me sinto na necessidade de comprá-la apenas para ter uma única unidade — digo da latinha mesmo, pois o conteúdo eu iria detonar em dois segundos — guardadinha. É meio besteira se pensar bem, mas eu achei tão, mas tão fofa a latinha do Freddy, que admito que a minha criança interior — obcecada por Five Nights at Freddy's — não pensaria duas vezes em pedir uma só para guardar como uma lembrancinha besta na estante. Inclusive estive pensando se choro por uma para meu marido, ou se deixo para lá! rs…  
    Inclusive, vi que a EPIC dará finalmente o Fnaf: Into The Pit de forma gratuita na próxima semana, já estou mega animada para garantir minha cópia e finalmente poder jogá-la eu mesma. Já que as três vezes que tive contato direto com o jogo, foi vendo alguém jogar ele e não eu. Millinha está animadíssima para este momento histórico! Vale pontuar também que estou pensando em gravar minha jogatina não apenas desse fnaf, como o Security Breach também, além de outros joguinhos e postar em meu canal do Youtube. Prometo que postarei o link aqui ou os vídeos, assim que forem ao ar. Isso se eu realmente acabar gravando algo — já que, infelizmente, sou uma pessoa que posterga quase todas as ideias que tem, até mesmo as geniais.

Jantarzinho no Madeiro para comemorar nossos seis meses de casamento
    Para finalizar um de nossos passeios ao shopping — do mês passado para ser mais específica —, escolhemos o restaurante Madeiro. Pedi uma carne que simplesmente estava divina e tenho de dizer que o arroz também não deixou a desejar — se pudesse, tinha repetido! —. Eu não sou do tipo de pessoa que sai para jantar ou almoçar fora, muito menos em locais tão chiques como o Madeiro, mas tenho de admitir que ir em locais assim pelo menos uma vez no mês ajuda a espairecer a mente um pouquinho. Meu marido — como sempre — escolheu um lanche para jantar, além de algumas coxinhas — que nem eu e nem ele aguentamos comer, trouxemos duas pelo menos para casa.

Meu progresso com Psicose

    Em uma das vezes que acabei indo ao shopping no mês passado, foi para finalmente pegar meu passaporte — meu primeiro passaporte — e como fiquei algumas horas pelo local, apenas esperando meu marido sair do serviço para me encontrar e aí irmos comemorar nossos seis meses juntos — sim, foi no mesmo dia da foto acima onde comemos no madeiro — acabei levando na bolsa, novamente, a minha versão física de Psicose. Infelizmente desta vez não consegui finalizar a leitura, pois o local estava para lá de barulhento e acabou me atrapalhando na leitura. Porém, tenho planos de finalizar a leitura desse livro/fanfic até o fim do mês de novembro. Essa meta é uma que simplesmente não quero abdicar, já que estou lutando para voltar a ler.

- Vi uma frase recentemente em um vídeo qualquer no Youtube que discutia o uso das Redes sociais. Achei bem interessante então resolvi salvá-la para postar aqui, mesmo que sem contexto.

"Seu momento mais glorioso não é o que esta no Instagram, mas sim aquele que não precisa de plateia alguma para ser aproveitado" - Desconhecido

    Andei refletindo bastante sobre meu uso de redes sociais e apesar de ainda estar vacilando quanto a ideia de não usar mais cem por cento do meu tempo, acho que estou fazendo um bom progresso, visto que na última semana não reinstalei o Instagram nenhuma vez para ver e nem postar nada.